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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Só resta o US OPEN



O circuito mundial de tênis, pelo menos para a elite, tem um calendário um pouco diferente dos demais esportes. Enquanto, no velho continente, a maioria dos esportes inicia a sua temporada entre a segunda metade de um ano e a estende até a metade do ano seguinte, no Tênis de alto nível, podemos dizer que a coisa começa acontecer em janeiro, logo na primeira semana, com os torneios preparatórios para o Austrália Open.


Em seguida parte-se para a temporada de saibro na Europa e na América do Sul até culminar em Roland Garros, em maio. Andamos mais um pouco e já estamos na grama do tradicional torneio de Wimbledom e logo em seguida, cercar de 45 dias depois, já acontece o US OPEN, ou aberto dos Estados Unidos. O resto, é fim de festa, como os disputadíssimos Open 1000 de Paris e Madrid que normalmente definem os classificados para o Máster.

Ou seja, ainda estamos em julho e a temporada meio que já foi. Mas essa, digamos assim, última perna, será muito importante para o tênis brasileiro, principalmente Bellucci. Com importantes pontos a defender pelo Título de Gstaad , o número 22 do mundo, precisa de boa campanha no cimento norte-americano. E não apenas em Nova Yoork, mas também em Toronto e Cincinanti. São torneio fortes, mas acredito no brasileiro nestes torneios, pois acredito que Bellucci possa jogar no nas quadras rápidas tão bem quanto no saibro.

Marcos Daniel tem caminho mais tortuoso, pois não é tão afeito ao cimento quanto Bellucci e vai ter dificuldades de defender os pontos pelas semi de Gstaad e outros resultados importante. Já Thiago Alves costuma se dar bem nessa última perna do circuitão. Ricardo Mello e João Souza correm por fora para tentar realizar a façanha do país acabar a temporada com cinco brasileiros entre os 100 melhores, o que seria um feito monstruoso.

Por: Henrique Galvão

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